Olá famílias!

É incrível como JM tem despertado o interesse pelos animais mais 'radicais': jacaré, leão, dinossauro, cobra, onça, etc...
Esses dias ele pediu um pratinho divertido de dinossauro (ainda tô pensando em como fazer... aceito dicas!) e sempre que vê algum desses animais (filme, desenhos, TV, brinquedos), fica eufórico!
Com toda esse interesse dele por estes animais, propus que fizéssemos uma cobra!
Nossa, ele pirou de alegria!
O pior é que falei logo na hora de dormir e ele queria fazer naquele momento de qualquer jeito, mas consegui explicar que seria só no outro dia, pra gente ter mais tempo e blábláblá... 
Ele se convenceu, mas ao acordar já gritou do berço "Mamãe, acodei! Vamu fazê a coba!" Deve ter até sonhado com isso! Só aceitou a fazer o lanchinho da manhã depois que pintou todos os rolinhos! Tadinho... 

10 rolinhos

JM escolheu a cor verde.

Pintando com paciência e dedicação.

Passei fitas entre os rolinhos pra prender um no outro.

Cortei dois rolinhos pra fazer a cabeça e a cauda, fiz a língua de cartolina vermelha e JM desenhou os olhos.

JM amou a cobra!

Gosta de passear com ela pela casa...

...e fazer 'manobras' radicais!





Agora, temos uma cobra em casa, de estimação!


♪ "A cobra não tem pé
A cobra não tem mão
Como é que cobra sobe num pezinho de limão?

Ela vai subindo, vai, vai, vai
Vai se enrolando, vai, vai, vai" ♫





Muitos beijinhos, Genis ;)



Vale à pena revisitar os acontecimentos do nascimento de Jesus na cidade de Belém. Tudo começou quando uma jovem de Nazaré recebeu a informação de que tinha sido escolhida para receber em seu útero o Deus encarnado em Jesus, por ação bendita do Espírito Santo de Deus e respondeu contundentemente: “Eu pago o preço!”

Quase no fim da gestação, Maria e José, foram obrigados a viajarem até Belém por conta de um decreto do mandatário romano, César Augusto, que instituiu um censo em todas as províncias dominadas por Roma. Enquanto estava em Belém, a criança sinalizou que o tempo da gestação tinha se cumprido e Jesus então nasce. Maria, depois de envolver o bebê em panos, colocou-o numa manjedoura, porque não havia lugar nas hospedarias da cidade.

O primeiro Natal foi celebrado num lugar muito humilde, um cenário bastante rústico. A manjedoura é o lugar (douro), onde os animais comem (manjar). Na verdade, a pompa do ambiente pouco importava para Deus. Importante mesmo era a pessoa de Jesus, o Filho de Deus, que entrava na história, e os anjos foram comunicados de que aquela criança de Belém era o Cristo (grego), ou, o Messias (hebraico) que significava: o Ungido de Deus.

Infelizmente, o Natal tem sido marcado principalmente pela ostentação. Enquanto isso, a pessoa de Jesus deixa de ter proeminência e perde cada vez mais espaço. Uma cena que deve ser destacada, além da presença dos pastores que correram até Belém e priorizaram o Messias de Deus, é a figura do casal José e Maria, cuidando da criança recém nascida. 

Na celebração do Natal, Jesus é o protagonista principal. Ele é o enviado de Deus para construir e sedimentar o caminho de volta para o Pai. Na verdade, Ele mesmo é o caminho de volta para Deus, mas a família que celebra unida em torno do Cristo de Deus agrada sobremaneira ao Senhor. Neste Natal reúna sua família e celebre, antes de tudo, Jesus como o mais extraordinário presente de Deus e lembre-se que os aparatos são o  que menos importa. 
Por Pr. Júlio César




Um Feliz Natal pra você e toda a sua família!
Que o aniversariante Jesus faça morada em nossas casas.
Beijos, Genis ;)
Olá famílias!

Neste livro, as mais belas histórias da Bíblia foram selecionadas e recontadas em forma de rima para servir como auxílio para pais e professores ensinarem a mensagem bíblica à criança pequena. No total são 21 histórias: nove do Antigo Testamento e 12 do Novo Testamento. Entre elas destacam-se: a criação do universo, a arca de Noé, Davi e Golias, Daniel na cova dos leões, o nascimento de Jesus, o milagre da multiplicação dos pães e dos peixes e a crucificação e ressurreição de Jesus. Totalmente repaginada, a publicação é uma reedição da obra lançada em 2007 com o nome Histórias Bíblicas em Rimas. 
(Extraído DAQUI.)





Disponível em duas opções de capa: 
rosa para meninas, e azul para meninos.



"Conta pra Mim - Histórias da Bíblia", com narrativas recontadas por Silvia Reinhold Timm e ilustrações de Kristina Stephenson. Ed. SBB.


Olá famílias!

Aqui em casa todo mundo ama geleia de mocotó e quando abri a caixinha e vi aquele formatinho retangular, logo pensei... um robô!!

Então, tá aí o robozinho simpático e delicioso feito de geleia, morango e banana.


Mas dessa vez não foi pra JM esse pratinho divertido não... 
Foi para o papai e ele adorou!! rsrs


Porque aqui em casa todo mundo se diverte e volta a ser criança!


Beijos, mamãe Genis ;)


Olá famílias!

O legal de fazer reciclagem é que os amigos começam a juntar 'sucatas' pra você! E isso tem acontecido comigo...rsrs Ganho bolsas com caixinhas, rolinhos, Cd's, plásticos, papeis, garrafas etc.

Ganhei esses dias umas placas de papelão e fiquei pensando em fazer um quebra cabeça pra JM, um quebra cabeça simples, que ele possa montar e desmontar tranquilamente e daí surgiu a ideia de fazer uma pista de carros.

O resultado ficou simples, ideal pra JM montar o quebra cabeça sem problemas e brincar com carrinhos grandes e pequenos também.

Enquanto a mamãe fazia o desenho da pista, JM fazia sua 'obra de arte'!
Hora de montar o quebra cabeça e brincar!

Abraços,
Genis ;)

Olá famílias!

E pra hoje, teremos uma linda borboletinha feita com morangos, maçã e banana!
Quem vai querer?


Hmmmm.....

Beijos, 
Genis ;)


Quando ainda pequenos, é normal que a criança acredite em Papai Noel, Super Herois, Fada dos dentes etc. 

A desconfiança de que tais personagens não existam começa a acontecer por volta dos 6, 7 anos, quando o pensamento da criança começa a ficar mais lógico e ela começa a comparar situações. Mas nos dias de hoje está cada vez mais difícil essa fantasia se manter por muito tempo, pois as crianças tem um acesso muito grande à informações devido ao mundo virtual.

Acreditar em figuras imaginárias ajuda a criança a lidar com os seus pensamentos, enriquece o imaginário e favorece a exploração das ideias. 

Se em algum momento a criança questionar a veracidade da existência do Papai Noel, o importante é que se fale a verdade, aceitando que seu 'pequeno' cresceu. O ideal é que a desconfiança parta da própria criança e não seja uma forçação da parte do adulto em dizer que Papai Noel não existe, assim como os outros personagens da imaginação infantil.

JM  esses dias no supermercado ficou preocupadíssimo quando viu uma bota, que faz parte da decoração de Natal, pendurada. Ele logo gritou "Mamãe, Papai Noel 'pedeu' a bota, tadinho mamãe, vamos levar 'pa' ele!" As pessoas que estavam por perto começaram a rir e a achar bonitinho... rsrs

Desde bebezinho JM se interessou pelo 'bom velhinho' e eu deixei ele naturalmente ir acreditando, sem forçar o contrário. Mas no que ele acredita? Acredita que tem um homem vestido de roupa vermelha, que gosta das crianças e que dá presentes.

Jamais irei substituir a figura de Jesus, o verdadeiro sentido do Natal, pela figura de Papai Noel. Papai Noel não é Papai do Céu, isso é fato e JM sabe perfeitamente a diferença entre eles.

Não sei quando será o momento que ele descobrirá a verdade, ou seja, que Papai Noel não compra realmente os presentes, mas estarei aqui pra orientá-lo e ajudá-lo a chegar as suas próprias descobertas.

Eu acreditei em Papai Noel até uns 6 anos mais ou menos. Meu pai colocava os brinquedos de Natal no meu quarto durante a noite e quando acordava era aquela festa, mas sempre me lamentava por estar dormindo e pensava "Poxa, não vi o Papai Noel de novo...." 

E você, qual sua opinião sobre o assunto? Seu filho acredita em Papai Noel ou em outros personagens imaginários? Você permite que ele acredite ou proíbe tais fantasias? Deixe suas respostas no comentário.





Beijinhos,
Genis ;)


* Respeito as opiniões de quem não gosta do Natal e muito menos de Papai Noel. Gostaria de respeito nos comentários. Acreditar ou não, permitir ou não, é a escolha de cada pai, mãe e família.