Olá famílias,

As redes sociais nos permitem conhecer pessoas maravilhosas e tive o privilégio de conhecer Rosana Martinelli que nos contactou após ler meu desabafo sobre os preconceitos enfrentados por ter um filho de cabelos compridos

Rosana nos presenteou com seu livro "O Pinguim Azul de Miguel", onde ela mostra que as crianças podem conviver facilmente com a diversidade e quebrar os estereótipos sociais. Rosana escreveu este livro inspirada no bullying que seu filho sofreu por usar lindos e longos cabelos. No livro, Miguel vive cercado de diversidade e encara tudo de forma natural. Cada página do livro é uma grande novidade com ilustrações belíssimas de Mariana Belém.


Meninos podem ter cabelos compridos? 

Modelos podem não ser tão magras? 

Meninos também dançam balé? 

Pessoas com limitações físicas podem ser atletas bem-sucedidos? 

Essas e outras perguntas nos permitem a uma discussão sobre os estereótipos impostos pela sociedade e os pequenos leitores vão descobrir que as pessoas podem ser naturalmente diferentes do que estamos acostumados a ver.


 “Se deixar que o diferente permeie o dia a dia você aceita como parte da vida, sem fazer exclusões e sem estimular o preconceito” - Rosana Martinelli.


   
Um livro inspirador para que as crianças tenham contato com todas as possibilidades sociais.


Abraços, Genis Borges ;)



ROSANA MARTINELLI nasceu em Santo André, São Paulo. Formou-se em Medicina pela Faculdade de Ciências Medicas de Santos e fez especialização em Cirurgia Geral pela Escola Paulista de Medicina. Mais tarde estudou Artes Cênicas na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo, com habilitação em Interpretação. Atuou em pecas teatrais, trabalhou como figurinista, cenógrafa, aderecista e diretora de arte. Exerce as funções de editora e diretora de arte na Quatro Cantos desde 2011. Escreveu “Seu Pesadelo foi Você quem Inventou!”, livro infantil que aborda o mecanismo de sonhos na teoria freudiana (Quatro Cantos, 2014).


Olá famílias,

Domingo (16) começou o horário de verão e a gente adiantou o relógio em 1 hora. Apesar de ser uma mudança pequena, ela afeta diretamente nas nossas rotinas e no nosso organismo. Eu fico derrubada nas primeiras semanas, fico cansada, mal humorada, preguiçosa pra acordar mais cedo, mas vou tentando ver o lado positivo, como por exemplo, a natação de José Marcos que é à noite e com o horário de verão, ainda está com sol. Nosso reloginho biológico precisa se acostumar e as crianças também sofrem no início.

Nos primeiros dias o apetite da criança pode diminuir, já que o horário das refeições também sofre alteração. Opte por uma dieta mais leve, rica em frutas, verduras e sucos naturais. Siga os mesmos horários das refeições, se você almoçava às 12h continue almoçando às 12h para ajudar o seu horário biológico.

Levar a criança mais cedo pra cama pra que ela se acostume com o novo horário é importante, mesmo que sejam 10 minutos mais cedo a cada dia, o organismo vai se adaptando gradualmente. Alimentos como banana, laranja, abacaxi, hortelã e erva-cidreira estimulam a melatonina, o hormônio natural produzido pelo cérebro durante a noite. Beber bastante água mantém o corpo hidratado e evita interrupções do sono durante a noite. Banhos mornos ajudam as crianças a relaxar. Aqui em casa sempre dou um banho em José Marcos antes de colocá-lo pra dormir.

Há crianças que se adaptam rapidamente e outras que podem demorar alguns dias para se habituar ao novo horário. Paciência nesses primeiros dias do horário de verão é essencial para que a família se adapte à nova rotina.

Aproveite que os dias ficarão mais longos para sair pra passear na pracinha, andar de bicicleta, fazer uma caminhada. No geral, o corpo consegue se adaptar ao novo horário entre uma e duas semanas. Respeite o ritmo individual de cada criança!

Abraços e curtam bastante!
Genis Borges ;)