Você tem o hábito de ler para seu filho? Ler para uma criança é uma atividade prazerosa onde se estreita o vínculo familiar, ajuda na compreensão de mundo por parte da criança; estimula sua criatividade; desenvolve o raciocínio; incentiva a formação de opinião; a descoberta de outras palavras; além de facilitar o aprendizado. Ao ouvir histórias a criança aprende a perceber a oralidade; entende a organização e sequência de acontecimentos; compreende que os fatos podem ser registrados; pode descobrir o prazer pela leitura e escrita; amplia o vocabulário; compreende que as expressões faciais de quem conta histórias estão representadas por sinais de pontuação.

É imprescindível escolher bem o livro a ser apresentado de acordo com a faixa etária e o gosto pessoal da criança. Para os bebês são interessante os livros que podem ser manipulados, inclusive, levados a boca sem oferecer riscos, como os emborrachados e de pano. Os livros sonoros também são bem apreciados por essa faixa etária. Conte histórias curtas e simples. 



Para as crianças maiores, de dois/três anos, passam a chamar atenção, os livros que contém histórias breves e poucos personagens, onde os pequenos podem recontar a história sem o auxilio do adulto, favorecendo a sua autonomia. 




Crianças maiores já podem ser contempladas com enredos mais longos, com variedade de personagens, livros sem escrita, onde ele mesmo é o autor da história, estimulando sua criatividade e autoestima.


  
À medida que vão crescendo, as crianças se atraem mais para a escrita. Com isso, os textos ganham destaque e um sentido novo, ajudando- as a lidarem e superarem seus sentimentos contraditórios, como tristeza, alegria, raiva, ganhar, perder, etc.

 



Ler para uma criança é um ato de amor. Para contar uma boa história tornar esse momento prazeroso é preciso primeiramente de vontade. Algumas pessoas gostam de interpretar mais e tornar esse momento mágico, outros são mais contidos, mas o fato de você dispor de um tempo para ficar mais perto do seu filho já um grande passo, com o tempo você se desprende da timidez e se torna um grande contador de histórias. A especialista Martha Teixeira, em entrevista a Revista Crescer elaborou estratégias para te auxiliar nesse momento. Confira:

1º passo 
Escolha uma história adequada para a idade e para a situação que a criança está vivendo. Quando mais elementos da história ela puder reconhecer, melhor será o interesse;
2º passo
Antes de ler o livro ao seu filho, faça-o primeiro para você, para que as partes  impactantes fiquem bem gravadas e você consiga deixá-las ainda mais emocionantes. Se  vai tirar a história da cachola e não de um livro, faça o mesmo, contando para você antes de contá-la ao seu filho; 
3º passo 
Uma narrativa leva ao mundo da imaginação e do sonho, então, nada melhor do que criar um clima antes de começar a leitura. Prepare um espaço para a história, vale um cantinho especial no quarto, a luz mais baixa, almofadas no chão...
4º passo 
Dar ritmo à narrativa é um dos mais importantes, afinal, história que é boa mesmo precisa ter ritmo. Se o herói está mais pensativo, fale mais pausadamente e com tom de voz mais baixo. Se ele estiver em um momento mais intenso, uma fala firme e apressada combina bem e vai prender a atenção do seu filho; 
5º passo 
Dê um bom fechamento à história. Por isso, “amanhã eu continuo” vai deixar a criança pequena ansiosa. Leia até o fim. E lembre-se de que o seu filho precisa sonhar e, por isso, quanto mais mágico for o final, mais realizado ele ficará. E tem jeito melhor de embalar o sono?
Fonte: Revista Crescer

Obs.: Como dica pessoal sugiro que o momento da história não seja somente na hora do sono para que a criança, especialmente as pequenas, não associem a leitura com o momento de dormir, como fim de provocar o sono. Além da criança já estar cansada. Talvez ela não aproveite tanto esse momento tão prazeroso.

Aline Sant'Ana
Pedagoga
Estudante de Psicopedagogia



Fonte:
- Andressa Basilio, Ler para as crianças. Veja a importância desse hábito. Disponível em: https://goo.gl/n8Bj0o. Acesso em 21 de setembro de 2016.
- Priscila Félix, Conversa sobre literatura infantil. Disponível em: https://goo.gl/0CCTA0. Acesso em 21 de setembro de 2016.


Olá famílias,

O Rio será presenteado com um aquário lindo, moderno, multifuncional de educação, pesquisa, conservação, lazer, entretenimento e cultura, oferecendo visitação de um espaço único com atrações e tecnologias inovadoras pouco vistas no Brasil, o AquaRio. Tivemos o privilégio de conhecer o aquário antes de sua inauguração e eu conto um pouquinho de como foi essa visita. 


Nosso passeio foi todo guiado pelo diretor-presidente do AquaRio, o biólogo marinho Marcelo Szpilman. Tivemos a oportunidade de conhecer todo o funcionamento do aquário e sua estrutura e mesmo estando ainda em obras, ficamos encantados com tudo o que vimos. 

Diretor-presidente do AquaRio, o biólogo marinho Marcelo Szpilman.

No Lobby está exposto o esqueleto original de uma baleia jubarte. A baleia encalhou em 2014, acredita-se que ela tenha sido atropelada por um navio, e foi encontrada em fase de decomposição. Esse espaço é gratuito para o público. A partir do 3º andar onde estão as catracas, é necessário apresentar os ingressos. 


O Aquário Marinho do Rio de Janeiro, ou AquaRio, possui mais de 26 mil m2 de área construída e 4,5 milhões de litros de água e é o Maior Aquário Marinho da América do Sul e terá até 8 mil animais de 350 espécies diferentes em exposição.












Uma das maiores atrações do aquário é o tanque principal, o Recinto Oceânico e de Mergulho, que proporcionará uma experiência incrível, a oportunidade de participar de um mergulho real com peixes, raias e tubarões. As crianças também podem dormir dentro do túnel, que passa no meio do Grande Tanque Oceânico, acompanhadas de pelo menos um dos responsáveis. Eu já quero dormir lá com José Marcos!


Grande Tanque Oceânico.

video

Há também mais de 24 tanques secundários e áreas específicas onde o público poderá interagir com alguns dos animais expostos.


Outras atrações inéditas como o Aquário Virtual – que por meio de tecnologias inovadoras e total interatividade permitirá ao visitante acesso ao real e ao virtual ao mesmo tempo – e o Museu de Ciências – com exposições permanentes e temporárias sobre os mais variados temas relacionados ao ambiente marinho e aquático – fazem do AquaRio um programa familiar, educativo e prazeroso.

Aquário Virtual.

Uma parceria com o Departamento de Biologia Marinha da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) tornou possível a criação do Centro de Pesquisas Científicas, que objetiva o desenvolvimento de estudos e o gerenciamento educacional de alunos e estagiários no aquário, criando novas oportunidades de pesquisa da vida marinha. Também será criado um Centro de Conservação da Biodiversidade com a função de preservar animais com risco de extinção, reproduzindo-os em cativeiro para posterior reintrodução em seu habitat natural.

Como chegar até o AquaRio:

O Aquário Marinho do Rio de Janeiro situa-se, de um lado, na Via Binário (logo após a saída do túnel Rio 450) e, do outro, no final da Orla Prefeito Luiz Paulo Conde (transformada em Boulevard Olímpico nas Olimpíadas Rio 2016), bem em frente aos Armazéns 7 e 8 e ao lado da praça Muhammad Ali.
A previsão para a inauguração é 09 de novembro. O aquário funcionará todos os dias, de 10h às 20h, e contará com espaços dedicados a restaurantes e lanchonetes para oferecer mais comodidade ao público.

Tudo muito lindo, concordam? Já estamos ansiosos pra voltar quando estiver tudo pronto. 
Abraços, Genis Borges. 

Olá famílias, 

Eu já tinha ouvido falar sobre o jogo Pokémon Go e vi algumas publicações nas redes sociais, mas só me dei conta mesmo de que se tratava de algo que havia dominado as crianças, adolescentes e adultos, quando em um passeio numa praça grande aqui da cidade, me deparei com muitas pessoas caçando os Pokémons.

Eu confesso que fiquei assustada, pois eram muitas pessoas andando, correndo e todos com o celular a frente, uma cena meio bizarra e, imediatamente já veio o julgamento negativo a minha mente sobre o jogo. 

Procurei me informar sobre o assunto e cheguei a conclusão de que como todos os jogos eletrônicos, é importante observar os pontos positivos e negativos que eles podem exercer sobre a vida de qualquer um.


Pontos Positivos:
  • A pessoa que joga Pokémon precisa sair do lugar em que está. A caminhada faz com que a pessoa se movimente e a combinação entre ocupar a mente e o corpo é benéfica para distrair a pessoa.
  • É preciso obter recompensa como Pokébolas ou Poções. Dessa forma a pessoa conhece outros lugares de sua cidade em busca dessas recompensas. 
  • O jogo é um ótimo estimulador para o cérebro, pois o jogador precisar ter um plano estratégico para capturar os monstrinhos.
  • Em busca de Pokémons em lugares diversos, os jogadores podem desenvolver novas amizades, pois todos estão em busca do mesmo objetivo.
  • O jogo pode ajudar a combater a depressão, pois em contato com outras pessoas, sair de casa, pegar sol e passear, são atitudes que distraem a mente.

Pontos Negativos:
  • Por estar muito concentrado à tela do celular, o jogador fica desatento ao que está ao seu redor aumentando o risco de acidentes e assaltos.
  • Como qualquer outro jogo existe o risco do jogador de Pokémon Go ficar viciado. É preciso ter um tempo estipulado para o acesso a este e a outros jogos. 
  • Por ficar muito tempo olhando para  a tela do celular a pessoa pode ter: dor de cabeça, desconforto visual e pela má postura: dores nas costas, torcicolo e desconfortos posturais.

Não só o Pokémon Go, mas qualquer outro jogo ou atividade precisam ser equilibrados. Excesso não traz benefícios e isso serve pra qualquer área de nossas vidas. Pokémon Go pode trazer diversão sendo conciliado às atividades do dia a dia.

Abraços, Genis ;)

Olá famílias, 

Conheço algumas pessoas que por conta da endometriose não puderam ter filhos biológicos, outras que sofreram muito com fortes dores, não sabendo que era endometriose. As causas da endometriose não são muito claras e o tratamento varia em cada caso. A doença é considerada uma das principais razões da infertilidade feminina, atingindo de 10 a 15% das mulheres em idade fértil. Estudos com grupos específicos de mulheres com dor pélvica ou com dificuldade para engravidar mostraram que a prevalência da endometriose beira os 40%. Pensando nisso, achei relevante trazer esse assunto para o blog. Fiquem atentas! O caso é mais comum do que imaginamos! 

 
O Dr. Diogo Rosa, um dos coordenadores do setor de endoscopia ginecológica do Grupo Perinatal, responde a algumas perguntas sobre a relação entre endometriose e infertilidade:

1. O que é a endometriose?
Nada mais é que uma condição na qual o endométrio, mucosa que reveste a parede interna do útero, cresce em outras regiões do corpo. E essa formação de tecido sobressalente, normalmente, aparece nos ovários, intestino, no reto, na bexiga e na membrana que reveste a pélvis, embora possa aparecer em outros órgãos. 

2. Há sintomas? Como posso saber se tenho?
Pode se manifestar com muita dor ou se apresentar de forma silenciosa, portanto o diagnóstico é feito com base na história clínica da paciente, correlacionado ao exame físico e ginecológico. Como os sinais da doença podem passar despercebidos, mascarando a gravidade da lesão, é importante ir ao médico regularmente. O diagnóstico de certeza da endometriose só é feito através da biópsia da lesão encontrada, o qual é, geralmente, feito através de um procedimento cirúrgico. Não existe prevenção para a endometriose.

3. O que uma mulher com endometriose deve fazer se quiser engravidar?
Por ser uma causa possível de infertilidade, a mulher sabidamente portadora de endometriose deve fazer acompanhamento com o seu ginecologista para avaliar a evolução da doença. As avaliações clínicas e os exames complementares pertinentes serão individualizados, dependendo da gravidade da doença e da dificuldade ou não para engravidar espontaneamente. Ou seja, serão adequadas caso a caso.

4. O uso desses métodos contraceptivos, como pílulas e DIU, influencia nesse processo?
Sim. Essas substâncias podem servir como tratamento da endometriose. O controle clínico da doença é feito através do uso de terapia hormonal. Existem diversas opções para este tipo de terapia, através de pílulas a base de progesterona isolada, terapia hormonal combinada (anticoncepcionais), medicações injetáveis e em casos específicos até o DIU medicado com progesterona.

5. Quais os tipos de tratamento?
A escolha do tipo de tratamento a ser utilizado depende de vários fatores, mas pode ser feito clinicamente, à base de hormônios, ou com intervenção cirúrgica, em casos específicos, para a retirada de focos da doença. Existem diversas opções para o controle clínico hormonal. Pode-se utilizar progesterona isoladamente ou terapia hormonal combinada, como os contraceptivos orais. Usam-se também medicações hormonais injetáveis e, em casos específicos, um dispositivo intrauterino (DIU) à base de progesterona.

6. Qual a rotina dessa mulher que deseja engravidar?
Levando em consideração que o tratamento deve ser individualizado, a paciente que deseja engravidar deve seguir uma rotina de avaliação periódica com o ginecologista. O intuito é avaliar a evolução da doença, uma vez que a endometriose pode interferir negativamente na fertilidade, tanto pela possibilidade da doença levar a alterações na anatomia do sistema reprodutor feminino (trompas e ovários), como também pela ocorrência, em alguns casos, de alterações imunológicas causadas pelo processo inflamatório crônico, advindo da doença. Assim, a rotina de uma paciente que deseja engravidar deve estar pautada em uma boa relação médico-paciente, para que se possa fazer o melhor acompanhamento da evolução da doença, com exames periódicos pertinentes.

7. A questão da idade influencia no tratamento?
Podemos analisar esta questão, subdividindo-a em dois aspectos: o tratamento da endometriose em uma paciente que quer engravidar e o tratamento evolutivo da endometriose fora da perspectiva de uma gestação. Na paciente jovem que quer engravidar o tratamento deve ser precoce e, em alguns casos, a conduta tende a ser mais intervencionista objetivando o sucesso da gravidez. No segundo caso, deve-se levar em conta que a endometriose é uma doença da mulher que menstrua, doença do período fértil, com influência hormonal. Sabe-se que na menopausa os sintomas tendem a atenuar-se bastante ou até mesmo a desaparecer. Deste modo, quanto mais próximo ao período da menopausa, mais conservador tende a ser o tratamento, procurando poupar ao máximo a mulher de um procedimento cirúrgico.

8. Quando deve acontecer uma intervenção cirúrgica?
A cirurgia é uma das opções de tratamento, que não deve ser generalizado. Cada caso deve ser avaliado individualmente e a decisão sobre a melhor proposta terapêutica será tomada em conjunto, médico e paciente, após avaliarem todas as opções disponíveis. A escolha deve levar em conta o objetivo principal da paciente, que pode ser: melhora da dor, tratamento de infertilidade ou evitar progressão da doença para órgãos próximos, como intestino e vias urinárias.

A decisão sobre a melhor forma de tratamento deve ser discutida com um especialista, bem como o acompanhamento do caso, de forma a amenizar os males que a doença possa causar. Para o Dr. Diogo, o que tem de positivo nisso tudo é que houve um avanço considerável na investigação e no tratamento da endometriose. “O que proporciona bem estar às pacientes, possibilitando em inúmeros casos que as mulheres com dificuldade de engravidar possam constituir suas famílias”, comenta.

Não considere dores ou mal estar como coisas comuns. Comum é se sentir bem! Ao menor sintoma, procure um especialista. Eu não dispenso as consultas e exames de rotina.

Abraços, Genis Borges ;)


Olá famílias, 

Nos dias 21 e 22 de outubroABPp, Associação Brasileira de Psicopedagogia, promove o IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia, no campus Paraíso da UNIP, em São Paulo. O evento tem como tema principal “Psicopedagogia por uma Sociedade Aprendente: reflexões e ações” e vai contar com especialistas brasileiros e internacionais para discutir novas perspectivas para melhoria da educação no Brasil enfatizando os aspectos da aprendizagem, além da apresentação de trabalhos científicos sobre o assunto.


Para um melhor entendimento sobre o que é Psicopedagogia e a importância do Simpósio para a formação dos profissionais da área de educação, entrevistei a Luciana Barros de Almeida, presidente do Conselho Nacional da ABPp.

Blog MMM: O que é Psicopedagogia?
Luciana Barros de Almeida: Psicopedagogia é a área de estudo que se encarrega da compreensão do processo de aprendizagem tanto na perspectiva de quem aprende quanto na perspectiva de quem ensina.

Blog MMM: Qual é o campo de atuação do psicopedagogo?
Luciana Barros de Almeida: O psicopedagogo atua nos ambientes onde ocorrem a aprendizagem, sendo estes na instituição escola quando se trata de aprendizagem no âmbito coletivo e em espaços próprios/individuais quando a aprendizagem precisa ser vista no âmbito particular, pode atuar ainda em outros espaços institucionais como hospitais ou empresas que tenham a visão de buscar a compreensão dos processo de aprendizagem que ocorre naquele espaço.

Blog MMM: O que é fundamental na atuação do psicopedagogo?
Luciana Barros de Almeida: É primordial que o psicopedagogo tenha uma formação qualificada, que se preocupe com sua formação continuada, que participe de momentos de estudo e eventos convencionais que promovam a atualização dos conhecimentos e a aproximação/encontro com seus pares, que tenha compromisso com seu fazer primando sempre pela ética e comprometimento com aquele que está diante de si.

Blog MMM: Como a Psicopedagogia pode ajudar uma criança que vem apresentando dificuldades na escola?
Luciana Barros de Almeida: A psicopedagogia busca as capacidades que o sujeito possui, por meio de técnicas e instrumentos próprios vai pesquisar quais são as capacidades existentes e as barreiras criadas em direção à aprendizagem, vai observar o vínculo estabelecido entre sujeito X objeto de conhecimento para assim intervir e focalizar as possibilidades para aprender.

Blog MMM: Quais as maiores dificuldades enfrentadas pelo psicopedagogo que inicia sua carreira?
Luciana Barros de Almeida: Geralmente falta a experiência e é nesse sentido que ao começar a atuar em psicopedagogia, o profissional iniciante precisa se aproximar daqueles que já conhecem e já atuam com compromisso e responsabilidade, pois assim vão sedimentar sua experiência em terreno fértil, necessário para alcançar a eficácia em sua atuação profissional.

Blog MMM: Qual o principal desafio da Psicopedagogia hoje?
Luciana Barros de Almeida: O principal desafio é fazer com que os profissionais da psicopedagogia se preocupem com a sua formação continuada e se envolvam com profissionais que zelam pela ética, pelo respeito com o outro e que dominem o conhecimento psicopedagógico.

Blog MMM: Qual a contribuição do Simpósio Internacional de Psicopedagogia para os profissionais de educação?
Luciana Barros de Almeida: O IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia, que acontece em São Paulo nos dias 21 e 22 de outubro, reúne variadas possibilidades de aprendizagem aos psicopedagogos, pois tem uma programação científica arrojada e atual que prospecta o que temos de mais recente na área, além de oportunizar o encontro entre os profissionais de diversos estados brasileiros e de países próximos. O tema escolhido para este ano, “Pedagogia para uma sociedade aprendente” vai trazer um panorama dos novos modos de ensinar/aprender. 

Luciana
Luciana Barros de Almeida
Presidente do Conselho Nacional da ABPp
Triênio 2014-2016
Associação Brasileira de Psicopedagogia




Se você ficou interessado em participar do IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia, obtenha maiores informações no site www.abppeventos.com.br.

Abraços, Genis Borges 

Serviço:
IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia
21 e 22 de outubro das 8h às 19h
UNIP – Campus Paraíso
Rua Vergueiro, 1211 – São Paulo, SP
Informações, inscrições e programação completa através do site.
Sobre a ABPp:
A ABPp é uma associação de âmbito nacional, sem fins lucrativos e econômicos, de caráter técnico, científico e social, com atividades no exercício da Psicopedagogia. Fundada em 1980, a ABPp agrega psicopedagogos brasileiros com a finalidade de propiciar o desenvolvimento, a divulgação e o aprimoramento desta área de conhecimento por meio de debates, reuniões, conferências, cursos, seminários, simpósios e eventos de âmbitos regional, nacional ou internacional. Atua também na publicação de artigos científicos de profissionais conceituados alimentando a pesquisa e a formação continuada, facilitando o acesso dos profissionais a conteúdos pertinentes à sua área de atuação. Atualmente a ABPp possui 15 Seções e Núcleos distribuídos pelo território nacional e vinculados sob sua orientação. www.abpp.com.br