Olá famílias, 

Nos dias 21 e 22 de outubroABPp, Associação Brasileira de Psicopedagogia, promove o IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia, no campus Paraíso da UNIP, em São Paulo. O evento tem como tema principal “Psicopedagogia por uma Sociedade Aprendente: reflexões e ações” e vai contar com especialistas brasileiros e internacionais para discutir novas perspectivas para melhoria da educação no Brasil enfatizando os aspectos da aprendizagem, além da apresentação de trabalhos científicos sobre o assunto.


Para um melhor entendimento sobre o que é Psicopedagogia e a importância do Simpósio para a formação dos profissionais da área de educação, entrevistei a Luciana Barros de Almeida, presidente do Conselho Nacional da ABPp.

Blog MMM: O que é Psicopedagogia?
Luciana Barros de Almeida: Psicopedagogia é a área de estudo que se encarrega da compreensão do processo de aprendizagem tanto na perspectiva de quem aprende quanto na perspectiva de quem ensina.

Blog MMM: Qual é o campo de atuação do psicopedagogo?
Luciana Barros de Almeida: O psicopedagogo atua nos ambientes onde ocorrem a aprendizagem, sendo estes na instituição escola quando se trata de aprendizagem no âmbito coletivo e em espaços próprios/individuais quando a aprendizagem precisa ser vista no âmbito particular, pode atuar ainda em outros espaços institucionais como hospitais ou empresas que tenham a visão de buscar a compreensão dos processo de aprendizagem que ocorre naquele espaço.

Blog MMM: O que é fundamental na atuação do psicopedagogo?
Luciana Barros de Almeida: É primordial que o psicopedagogo tenha uma formação qualificada, que se preocupe com sua formação continuada, que participe de momentos de estudo e eventos convencionais que promovam a atualização dos conhecimentos e a aproximação/encontro com seus pares, que tenha compromisso com seu fazer primando sempre pela ética e comprometimento com aquele que está diante de si.

Blog MMM: Como a Psicopedagogia pode ajudar uma criança que vem apresentando dificuldades na escola?
Luciana Barros de Almeida: A psicopedagogia busca as capacidades que o sujeito possui, por meio de técnicas e instrumentos próprios vai pesquisar quais são as capacidades existentes e as barreiras criadas em direção à aprendizagem, vai observar o vínculo estabelecido entre sujeito X objeto de conhecimento para assim intervir e focalizar as possibilidades para aprender.

Blog MMM: Quais as maiores dificuldades enfrentadas pelo psicopedagogo que inicia sua carreira?
Luciana Barros de Almeida: Geralmente falta a experiência e é nesse sentido que ao começar a atuar em psicopedagogia, o profissional iniciante precisa se aproximar daqueles que já conhecem e já atuam com compromisso e responsabilidade, pois assim vão sedimentar sua experiência em terreno fértil, necessário para alcançar a eficácia em sua atuação profissional.

Blog MMM: Qual o principal desafio da Psicopedagogia hoje?
Luciana Barros de Almeida: O principal desafio é fazer com que os profissionais da psicopedagogia se preocupem com a sua formação continuada e se envolvam com profissionais que zelam pela ética, pelo respeito com o outro e que dominem o conhecimento psicopedagógico.

Blog MMM: Qual a contribuição do Simpósio Internacional de Psicopedagogia para os profissionais de educação?
Luciana Barros de Almeida: O IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia, que acontece em São Paulo nos dias 21 e 22 de outubro, reúne variadas possibilidades de aprendizagem aos psicopedagogos, pois tem uma programação científica arrojada e atual que prospecta o que temos de mais recente na área, além de oportunizar o encontro entre os profissionais de diversos estados brasileiros e de países próximos. O tema escolhido para este ano, “Pedagogia para uma sociedade aprendente” vai trazer um panorama dos novos modos de ensinar/aprender. 

Luciana
Luciana Barros de Almeida
Presidente do Conselho Nacional da ABPp
Triênio 2014-2016
Associação Brasileira de Psicopedagogia




Se você ficou interessado em participar do IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia, obtenha maiores informações no site www.abppeventos.com.br.

Abraços, Genis Borges 

Serviço:
IV Simpósio Internacional de Psicopedagogia
21 e 22 de outubro das 8h às 19h
UNIP – Campus Paraíso
Rua Vergueiro, 1211 – São Paulo, SP
Informações, inscrições e programação completa através do site.
Sobre a ABPp:
A ABPp é uma associação de âmbito nacional, sem fins lucrativos e econômicos, de caráter técnico, científico e social, com atividades no exercício da Psicopedagogia. Fundada em 1980, a ABPp agrega psicopedagogos brasileiros com a finalidade de propiciar o desenvolvimento, a divulgação e o aprimoramento desta área de conhecimento por meio de debates, reuniões, conferências, cursos, seminários, simpósios e eventos de âmbitos regional, nacional ou internacional. Atua também na publicação de artigos científicos de profissionais conceituados alimentando a pesquisa e a formação continuada, facilitando o acesso dos profissionais a conteúdos pertinentes à sua área de atuação. Atualmente a ABPp possui 15 Seções e Núcleos distribuídos pelo território nacional e vinculados sob sua orientação. www.abpp.com.br


A palavra mídia em português pode ser definida como um meio de comunicação de massa, que influencia o comportamento das pessoas, no modo de pensar, ser e agir de modo que “fornecem parâmetros para as pessoas forjarem suas identidades” (KELLNER apud MOMO, 2007, p.56). 

A cultura midiática está presente no nosso cotidiano e com frequência nossas ações são envolvidas por ela. Todos nós, independente da situação financeira, somos rodeados por televisão, rádio, internet e por vários outros meios midiáticos. 

Especialistas afirmam que uma criança antes de completar 3 anos e meio já reconhece diversas marcas e manifestam a crença que elas comunicam qualidades. Uma pesquisa da empresa Discovery Kids em 2011 afirmou que 57% das crianças possuem TV no quarto. Na hora de selecionar o conteúdo, 64% dos pais afirmam que é a criança quem decide ao que vai assistir e qual canal prefere.  No Brasil, uma criança passa mais de 5 horas em frente à TV; a criança brasileira é a que mais vê televisão no mundo, considerando o fato de que nem sempre os pequenos veem o que é ideal à sua faixa etária.  O Brasil é o 2º país maior consumidor de produtos infantis destinados às pessoas de 0 a 10 anos. Estudo da McCann-Erickson do Brasil indicou que 76% dos pais cedem aos pedidos dos filhos no supermercado. 

Ao entrar em contato com a mídia, as crianças são bombardeadas por informações, anúncios que estimulam o desejo de posse e ditam comportamentos. E por ainda estarem em desenvolvimento, as crianças são mais vulneráveis que o adulto e fortemente impactada pelas mídias de massa, sofrendo cada vez mais cedo com as graves consequências desse mundo midiático, como:

Obesidade infantil: Vivemos numa sociedade marcada pela rapidez, inclusive na alimentação. Hoje, a alimentação de muitas crianças é baseada em fast foods ou alimentos industrializados, pobres nutricionalmente, o que acarreta a obesidade infantil ou até a desnutrição.

Erotização precoce: Muitas campanhas publicitárias estimulam precocemente essa erotização. Crianças de quatro, cinco anos participam de concursos de miss nos Estados Unidos, fortemente maquiadas, com roupas apelativas à sensualidade. As crianças veem programas, novelas que contém cenas inadequadas a sua compreensão, usam roupas apelativas que não condizem com o mundo infantil. Em entrevista ao Instituto Alana, a psicóloga Ana Olmos, enfatiza que a erotização precoce acontece antes da fase em que a criança estaria pronta para determinado estímulo. Quando este estímulo acontece precocemente pode acarretar problemas para a infância. 

Consumismo infantil: A criança já nasceu inserida num mundo consumista e o mercado  a vê como um consumidor em treinamento, que hoje, influencia diretamente nas compras dos pais. Além disso, a publicidade é muito sedutora, pois fala diretamente com a criança, na linguagem dela, estampando nas embalagens os personagens favoritos para chamar atenção.

Agressividade: Muitos programas infantis salientam a violência, o que pode influenciar a criança a repetir/imitar as ações de seus personagens favoritos. Também há aquelas crianças que veem programas e filmes violentos com os pais, que não são adequados para a sua faixa etária, nem fazem parte do imaginário infantil.

Diminuição do ato de brincar: Rodeadas de tecnologias, as crianças brincam cada vez menos, pois ficam dependentes dos brinquedos e produtos tecnológicos que o mercado oferece. Vale ressaltar que hoje os brinquedos estão muito roteirizados, o que prejudica a ação criativa da criança sobre o produto.



A mídia tem muitas coisas positivas, nos permite coisas que antigamente nem sonhávamos em fazer, porém, tudo em excesso é prejudicial. A crítica apresentada no texto se refere a quando nos deixamos dominar e contribuímos para que as crianças sejam também dominadas pela mídia. O que podemos fazer, enquanto família e escola, é dosar, não proibir, conhecer e analisar os programas infantis, permitir outras vivências para a criança e estimular a criticidade sobre o que está vendo. Dessa forma estaremos contribuindo para que esse cidadão não seja passivo e não acredite fielmente no que os meios de comunicação transmitem.


Aline Sant'Ana
Pedagoga
Estudante de Psicopedagogia


Olá famílias,
Hoje trago para vocês uma receita rápida, barata e bem fácil de fazer: Nhoque de batata.


Ingredientes:

  • 1kg de batatas
  • 2 ovos 
  • 2 1/2 xícaras de chá de farinha de trigo

Modo de preparo:

  • Cozinhe as batatas. Quando elas estiverem macias, retire do fogo e escorra. Passe-as pelo espremedor ainda quentes. Acrescente os ovos levemente batido, a farinha e misture delicadamente até que fique uma massa bem misturada. 
  • Divida a massa em porções e depois, corte-a mais ou menos em 2cm de comprimento.
Massa cortada antes do cozimento. 

  • Cozinhe os nhoques aos punhados numa panela com bastante água e sal. Quando os nhoques estiverem boiando, retire-os e escorra bem. Esse é o ponto correto. Cuidado para que não cozinhe demais.  
  • Sirva com seu molho de preferência. Aqui optamos pelo molho a bolonhesa, Salpiquei cebolinha e queijo parmesão.

Prontinho!
Abraços, Genis ;)


Olá famílias,

As férias chegaram e muitas famílias não conseguirão programar viagens ou passeios. Por aqui também será assim, ainda mais que não teremos férias em julho, mas isso não é sinônimo de ficar entendiado, sem nada pra fazer. Com um pouco de criatividade e recordando brincadeiras deliciosas da infância, podemos sair da rotina e ainda proporcionar às crianças muita alegria e diversão. A infância é uma fase muito marcante em nossas vidas e aproveitar cada momento de forma simples, mas com muito amor é o que importa. 

Abaixo há várias dicas de brincadeiras do passado que podem render muitas risadas em família, seja em casa, no parque, no campo ou na praia e sem precisar gastar muito. As dicas e explicações são de Ricardo Steinle de Moraes, gerente geral da Fundação Acampamento Paiol Grande. Confira!

Telefone de lata
O que é? O brinquedo é feito com duas latas, ligadas por um pedaço de barbante.
Como se brinca? O primeiro desafio é construir o brinquedo; depois, é só conversar com a outra pessoa sobre algo bem divertido. A surpresa de ver o telefone funcionando sem nenhum recurso tecnológico é um dos grandes baratos.
Por que vale a pena? Estimula o diálogo, a criatividade e as habilidades manuais.

Empinar pipa
O que é? A pipa é um brinquedo que consiste de uma armação leve de varetas de bambu recoberta de papel de seda. No céu, lembra um pássaro.
Como se brinca? Fazer a pipa pode ser tão interessante e desafiador quanto empiná-la. As crianças adoram, mas é indispensável a ajuda e a orientação de um adulto.
Por que vale a pena? O processo de construção da pipa é extremamente colaborativo. Os pais precisam acompanhar de perto a ação dos filhos para que eles não se machuquem. Persistência e paciência também são valores que podem ser trabalhados durante essa brincadeira, afinal ver a pipa no céu não é tarefa fácil, mas é algo muito gratificante.

Batuque de mesa
O que é? Fazer música com as mãos pode ser muito divertido.
Como se brinca? No improviso, o pai desafia o filho, ou vice-versa, para ver quem consegue reproduzir mais fielmente a música que acabou de ser feita. Quem preferir poderá fazer desse jogo um desafio, no qual um tenta ser mais criativo e habilidoso que o outro.
Por que vale a pena? Brincadeiras que fazem sujeira ou barulho geralmente são as que os pais mais repudiam. Ver pais e filhos se divertindo juntos, sem recriminação, pode dar uma abertura importante para que se aproximarem. O pai também pode aproveitar a oportunidade para trabalhar a noção de limite com seus filhos, além de estimular neles a criatividade, a coordenação motora e o ritmo.
  
Telefone sem fio
O que é? Irmãos, primos e coleguinhas se sentam em roda. O primeiro inventa secretamente uma palavra ou frase e a diz, sem que ninguém mais ouça, no ouvido de quem está sentado à sua direita. Sucessivamente, cada um fala a palavra para o vizinho até chegar ao último, que deverá repetir em voz alta o que ouviu. Dificilmente a palavra (ou frase) será a mesma dita no início da brincadeira, o que é motivo de boas risadas.
Como se brinca? Quanto mais gente melhor! Vale dividir os participantes em dois grupos e disputar para ver quem termina mais rápido e com a palavra mais fiel àquela escolhida inicialmente.
Por que vale a pena? Oportunidade para aproveitar o contato físico e para conversar sobre responsabilidade.

Pular corda
O que é? Brincadeira antiga em que duas pessoas batem uma corda para uma terceira pular.
Como se brinca? Há diferentes níveis de dificuldade, mas não há segredo. Basta se divertir!
Por que vale a pena? O exercício de ensinar a brincadeira e de dar as mãos estimulados por ela é muito valioso para a relação entre pais e filhos. Os pais podem ainda aproveitar a oportunidade para trabalhar o espírito competitivo com as crianças.  

Contação de histórias
O que é? Inventar histórias tão criativas e especiais como aquelas a que os pequenos assistem em filmes ou leem em livros.
Como se brinca? Reúna vários brinquedos, roupas e objetos em uma sala e comece o Era uma vez... Enquanto um conta a história, o outro escolhe os elementos que devem ser inseridos de forma criativa na narrativa. Vale tudo: escova de dente, boneca, pijama, carrinho, bola, qualquer coisa.
Por que vale a pena? O prazer de se divertir em conjunto é sempre muito importante para o fortalecimento da relação entre pais e filhos, mas uma dica para aproveitar ainda mais esse momento é usar a história ou as características dos personagens para transmitir valores e ensinamentos que façam parte da vida da criança. Os pais podem inserir na história alguma dica para que o filho se relacione melhor com um coleguinha ou para que consiga enxergar suas próprias qualidades.

Show de talentos
O que é? Por que esperar a festa de final de ano da escola para apresentar uma coreografia que vem ensaiando há tempos? A sua casa também pode ser um ótimo lugar para você e seu filho porem em prática os dotes artísticos que possuem, apreciam ou estão desenvolvendo.
Como se brinca? Arraste o sofá e faça do tapete um palco no qual vocês podem apresentar números de dança, música ou teatro. Apresentações curtas, inéditas ou não.
Por que vale a pena? O exercício de apreciar, aplaudir e elogiar o outro é muito rico e necessário. Essa é uma ótima forma de - pôr em prática essa ideia!

Corrida do saco
O que é? Essa brincadeira é bem antiga, mas nem por isso menos divertida.
É como o próprio nome sugere: uma corrida na qual os participantes, em vez de correrem do ponto de partida ao destino final, fazem o trajeto pulando dentro de um saco.
Como se brinca? Para começar, basta que o pai providencie alguns sacos feitos de feltro, tecido ou plástico. Eles precisam ser grandes e resistentes. Pai e filho entram em um mesmo saco ou, se preferirem, cada um coloca apenas uma perna lá dentro. Ambos precisam se abraçar e pular juntos para que consigam atravessar de um lado para o outro.
Por que vale a pena? Dificilmente eles conseguirão evitar os tombos e escorregões, mas são esses momentos que rendem as mais sinceras e deliciosas risadas. Um depende exclusivamente do outro para seguir e o abraço é tratado com naturalidade. Respeito, cuidado e companheirismo são valores que com certeza também estarão em jogo.

Caça ao tesouro
O que é? Uma grande gincana cheia de pistas e provas para que, aos poucos, os participantes possam descobrir onde foi escondido o tesouro.
Como se brinca? Primeiro, montam-se as equipes. Uma delas esconde o tesouro, que pode ser algum objeto curioso. Depois, tem de dar à outra equipe pistas do local onde ele está escondido, de modo que uma pista dependa da anterior para ser desvendada. Para deixar a brincadeira mais legal, elas são a resposta de alguma charada ou ‘o que é o que é’.
Por que vale a pena? Mais uma vez o cooperativismo é o que fará a diferença e os pais podem aproveitar esse espírito de equipe para mostrar aos filhos quanto os apoiam e para transmitir-lhes segurança. É uma oportunidade para que ações despretensiosas se tornem verdadeiras provas de amor e amizade.

Abraços, Genis Borges ;)




Julho chegando e com certeza já tem criança animada e esperando ansiosamente as férias. Essa pausa no calendário escolar é muito benéfica, é a hora de esquecer um pouco das tarefas e das provas, recarregar a bateria para dar continuidade ao ano letivo e brincar muito!

Com a vida moderna, onde muitos pais e mães encaram uma intensa jornada de trabalho, nem sempre é possível coincidir as férias para que a família aproveite junto esse período. Se essa é a sua realidade, uma ótima opção são as colônias de férias. Elas são uma alternativa de lazer e entretenimento durante as férias, além de proporcionar a socialização com outras crianças, fortalecendo os vínculos de amizade, será incentivado a trabalhar em equipe, a respeitar os colegas e as regras de convivência, será estimulado a ter independência e superar seus limites.

Caso essa seja a sua opção para as férias do seu filho, é importante que você visite o local, conheça as instalações, observando se são adequadas e oferecem segurança para a garotada, quem são as pessoas responsáveis pelo evento, qual a formação delas, quantos adultos ficarão responsáveis pelas crianças e qual a programação. A colônia de férias precisa ser motivadora, criativa e com atividades estimulantes que fujam das que as crianças fazem na escola, afinal, férias significa descanso.

Vale ressaltar que a colônia de férias não supre a importância de a família estar junta. É muito importante que o núcleo familiar tire um momento para passar juntos. Seja um passeio, um piquenique, visitar a casa de amigos e parentes, assistir um filme juntos. O importante é que esse momento seja intenso e prazeroso.


Boas férias!

Aline Sant'Ana
Pedagoga
Estudante de Psicopedagogia