Olá famílias,

Esse polvo nos parece fofo, não é mesmo? Um brinquedo feito de crochê, muito colorido e lindo, mas ele é muito mais do que isso! Os polvos de crochê estão ajudando na recuperação de bebês prematuros internados nas unidades de terapia intensivas (UTIs). O projeto iniciou-se na Dinamarca, em 2013 e tem se espalhado por vários países, inclusive o Brasil, que aderiu ao projeto este ano. 

Os polvos são colocados dentro das incubadoras das maternidades e os bebês se sentem protegidos e aconchegados, pois os tentáculos se assemelham ao cordão umbilical da mãe. Quando os bebês abraçam os tentáculos, eles se sentem mais seguros. 

Apesar de não haver evidências científicas sobre os benefícios do polvo, vários hospitais que adotaram o Projeto Octo registraram melhoras nos sistemas cardíaco e respiratório, além do aumento no nível de oxigênio no sangue dos bebês que tiveram contato com os polvos de crochê e, além de todos esses benefícios, o polvo evita que os bebês puxem os tubos, porque ao invés de puxar os equipamentos, eles estão com as mãozinhas ocupadas segurando os tentáculos. 

O polvo pode ser confeccionado por qualquer pessoa que tenha habilidades com crochê, mas alguns cuidados são importantes, pois os bichinhos devem ser feitos com linha de crochê 100% algodão e de manta siliconada e os tentáculos não podem ter mais do que 22 centímetros, para evitar sufocamento. 

Eu fiquei muito apaixonada por este projeto e presentei algumas amigas.

Helena filha da amiga Jaqueline. 

Daniel filho da amiga Vanessa. 

Mariana filha da amiga Michele. 


O Projeto Octo nasceu na Dinamarca, no Hospital Universitário de Aarhus. Saiba mais sobre o projeto AQUI.

Abraços, Genis Borges ;)


Olá famílias,

Sempre penso em como a maternidade transformou a minha vida totalmente. Transformou minha casa, meu casamento, minha vida profissional, me transformou como pessoa, como mulher e também transformou minhas amizades. Gradativamente as minhas amizades foram se modificando desde a gestação e depois que José Marcos nasceu a mudança foi quase que radical.

Lembro de um episódio que aconteceu quando José Marcos ainda era bem pequeno. Fomos à uma pizzaria com um casal de amigos que não tinha filhos e tudo foi muito engraçado... JM mamava, depois chorava, depois mamava de novo e chorava mais um pouquinho, fiz duas trocas de fraldas no improviso, pois não tinha fraldário no local e nossas conversas foram interrompidas umas mil vezes! Depois desse passeio não saímos mais juntos e a amizade se manteve por celular, internet e visitinhas nos dias dos aniversários, até que hoje em dia o contato é bem escasso.

Como mãe de primeira viagem fui entendendo que ficava muito difícil sair em alguns lugares com criança e comecei a optar por restaurantes, pizzarias, lanchonetes com playground e fraldário.

Com o passar do tempo, naturalmente foram surgindo novos amigos. Hoje quando me reúno com meus amigos, nossa casa se transforma em uma ‘creche’! É brinquedo espalhado por todo lado! E os passeios atualmente são em parquinhos, pracinhas, shoppings com comida pra criança, muita brincadeira, música e diversão!





Claro que tenho amigos que sei que posso contar mesmo acontecendo esse afastamento após a maternidade, mas aquelas frequentes visitas, passeios e noites a fora de bate papo diminuíram quase que cem por cento.

A maternidade mudou meus valores, meus interesses e nesse pacote todo veio a mudança das amizades. Agora os grupos são de mães, muitas trocas de experiências e conversa sobre maternidade.

E com vocês, as amizades também modificaram depois da maternidade?

Genis Borges ;)